"Assim como o ar é essencial para a vida, amar é essencial para aquele que deseja ser feliz."
Brahma Kumaris
domingo, 28 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Fechar um ciclo
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão"
Fernando Pessoa
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão"
Fernando Pessoa
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Choose love
"Eu escolhi esconder
Mas eu olho para ti o tempo todo
Eu escolhi correr
Mas eu estou a implorar para que tu possas vir
Quero partir
Mas eu sei que tu podes agarrar
Eu fico um tempo
Para ter certeza de que estás ao meu lado
Oh, oh
Não olhes para mim, basta olhares para dentro
Porque eu posso passar por:
Diz-me, se te vais cansar
Daquilo que eu não faço
Quero ver, quero lutar
Porque eu não sinto medo
Querido, se tu cuidares
Eu escolhi encontrar
As coisas que tu deixaste para trás
Eu escolhi ficar
Mas posso levar-te para qualquer lugar
Eu quero ficar
Mas a minha alma deixar-te-á de qualquer forma
Podes fechar a porta
E amor, podes dar-me mais
Não olhes para mim, basta olhares para dentro
Porque eu posso passar por:
Diz-me, se te vais cansar
Daquilo que eu não faço
Quero ver, quero lutar
Porque eu não sinto medo
Querido, se tu cuidares
Escolher amar, escolher o amor, amor
Escolher amar, escolher o amor, oh
Não quero ouvir, eu quero lutar
Porque desta vez não vou ser enganada
E eu posso perder este tempo precioso
Perguntando onde é que eu pertenço
Então deixe-me saber o teu amor é verdadeiro
Porque desta vez tu não vais controlar
Diz-me por favor, o que tu sentes
O que tenho que fazer para salvar a tua alma"
Mas eu olho para ti o tempo todo
Eu escolhi correr
Mas eu estou a implorar para que tu possas vir
Quero partir
Mas eu sei que tu podes agarrar
Eu fico um tempo
Para ter certeza de que estás ao meu lado
Oh, oh
Não olhes para mim, basta olhares para dentro
Porque eu posso passar por:
Diz-me, se te vais cansar
Daquilo que eu não faço
Quero ver, quero lutar
Porque eu não sinto medo
Querido, se tu cuidares
Eu escolhi encontrar
As coisas que tu deixaste para trás
Eu escolhi ficar
Mas posso levar-te para qualquer lugar
Eu quero ficar
Mas a minha alma deixar-te-á de qualquer forma
Podes fechar a porta
E amor, podes dar-me mais
Não olhes para mim, basta olhares para dentro
Porque eu posso passar por:
Diz-me, se te vais cansar
Daquilo que eu não faço
Quero ver, quero lutar
Porque eu não sinto medo
Querido, se tu cuidares
Escolher amar, escolher o amor, amor
Escolher amar, escolher o amor, oh
Não quero ouvir, eu quero lutar
Porque desta vez não vou ser enganada
E eu posso perder este tempo precioso
Perguntando onde é que eu pertenço
Então deixe-me saber o teu amor é verdadeiro
Porque desta vez tu não vais controlar
Diz-me por favor, o que tu sentes
O que tenho que fazer para salvar a tua alma"
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
O que procuro...se calhar já encontrei...mas...
Um mas...é sempre o que nos lixa a cabeça.
E se?
O se é outra gaita...
Andamos todos perdidos à procura do mesmo: O paraíso.
No fundo a felicidade.
Todos queremos amar e ser amados, mas isto está cada vez mais DIFÍCIL.
E quanto mais velhos pior.
Vamos com vícios para novas relações que nem chegam a ser relações, porque antes de o serem já nós estamos a fugir de algo que ainda nem aconteceu com aquela pessoa...mas...o melhor é fugir já.
Fugimos e continuamos a fugir.
Mas isto não é um nosense?
Somos ou andamos todos completamente palermas?
Então, queremos muito chegar a um destino, com tudo aquilo que mais desejamos, mas depois fugimos, por não percebermos que sabemos que temos de passar primeiro por ali para chegar depois ao outro lado.
Isto faz sentido?
Não não faz...
"NÃO SE DEIXE DOMINAR PELO MEDO, A MAIOR PARTE DAS COISAS QUE TEMEMOS NUNCA ACONTECEM" (Brahma Kumaris)
E se?
O se é outra gaita...
Andamos todos perdidos à procura do mesmo: O paraíso.
No fundo a felicidade.
Todos queremos amar e ser amados, mas isto está cada vez mais DIFÍCIL.
E quanto mais velhos pior.
Vamos com vícios para novas relações que nem chegam a ser relações, porque antes de o serem já nós estamos a fugir de algo que ainda nem aconteceu com aquela pessoa...mas...o melhor é fugir já.
Fugimos e continuamos a fugir.
Mas isto não é um nosense?
Somos ou andamos todos completamente palermas?
Então, queremos muito chegar a um destino, com tudo aquilo que mais desejamos, mas depois fugimos, por não percebermos que sabemos que temos de passar primeiro por ali para chegar depois ao outro lado.
Isto faz sentido?
Não não faz...
"NÃO SE DEIXE DOMINAR PELO MEDO, A MAIOR PARTE DAS COISAS QUE TEMEMOS NUNCA ACONTECEM" (Brahma Kumaris)
domingo, 1 de agosto de 2010
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