Um viajante viu claramente a sensibilidade de outro viajante, na maneira como esse vê o mundo e os outros, no vazio que ele sente por se colocar em causa, naquilo que sabe e não sabe, na atenção pormenorizada que dá à vida e às coisas da vida, na luta constante pelo dia de hoje e pelo de amanhã, que é incerto, pelo amor platónico que sente em relação à pessoa que gosta realmente, independentemente das voltas que a vida esteja a dar, e que sofre com o que vê e com o que gostava que fosse diferente(melhor).
O primeiro viajante identificou-se com toda a procura do segundo e interessou-se por todo o seu ser.
Mas ao longo dos seus trajectos, paralelos e semelhantes, mantém-se distantes, muito distantes...
UNIVERSAL TRAVELLER
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário